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Fernandes Braga

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Carlos Eduardo defende candidatura em bloco dos partidos de oposição

Carlos Eduardo Alves, presidente estadual do PDT e candidato à sucessão natalense em 2012, defende a candidatura em bloco dos partidos de oposição para as Eleições 2012. Ele tem conversado com outros partidos, como o PSB, PT, PCdoB e PRB e acredita que nesse processo tem ainda muito tempo para finalizar com a provável união das forças e escolher vitórias importantes não só em Natal, mas em outras cidades, cada uma com sua importância. “Só com o diálogo podemos chegar a um denominador comum. Eu tenho me colocado como beneficiário da união, tendo em vista que em todas as pesquisas de intenção de voto para a prefeitura de Natal, 8 ou 9 já divulgadas, o candidato pelo PDT, encontra-se em 1º lugar absoluto ”, pontua Carlos Eduardo, em entrevista ao Jornal 96, da 96 FM.

Carlos Eduardo pretende dá continuidade com essa rodada de conversas com outras agremiações partidárias. Segundo o candidato à sucessão, há muito tempo não aconteciam essas conversas, mas isso demonstra que pelo menos a possibilidade de diálogo esta aberta.

O presidente estadual do PDT fala sobre a situação política do Rio Grande do Norte, em que o lado do governo está plenamente estabelecido, já tem aliança política e consequentemente chapa para 2014. O ex-prefeito de Natal enfatiza que a oposição também se encontra com os mesmos propósitos, legítimos, de disputar a eleição na capital. 

O PSB tem a ex-governadora Wilma de Faria, o PT tem a candidatura de Fernando Mineiro e o PDT tem o próprio Carlos Eduardo, que acredita que esses partidos têm mais representatividade política e eleitoral. Carlos Eduardo avalia a situação de maneira negativa. É diante dessa situação que o PDT prega a tese da candidatura em blocos, respeitando o pleito legítimo dos demais partidos que defendem essa reivindicação. “Creio que diante desse quadro, e do fato que já vimos de duas derrotas, em 2008 e 2010 que não houve, sequer, 2º turno, em 2012 desunidos, em 2014 a situação é quase vexatória, porque não tem perspectiva de candidaturas no pleito majoritário”, diz Carlos Eduardo.
Foto: DL / Nominuto.com

Para tirar as dúvidas dos observadores políticos, Carlos Eduardo é bastante enfático quando diz que não teme à candidatura de Wilma de Faria e que tem crescido bastante nas pesquisas. “O partido tem feito uma programação nos bairros de Natal, instalado núcleos nos bairros e a receptividade, em qualquer parte desta cidade, é impressionante. Há um apoio e uma convocação para que eu volte à prefeitura de Natal”. O ex-prefeito lembra a gestão que assumiu como uma fase de aprovação pela população.

Carlos Eduardo não descarta a possibilidade de conversa com o diretório do PT de Natal. Segundo ele, já existe um diálogo institucional e não há razões para o PT não apoiá-lo, caso decida não ter candidatura própria, tendo em vista o fato de Carlos Eduardo ter feito a candidatura do PT em 2008. Já com relação a Robinson Faria, o pré-candidato, pelo PDT, disse ainda não ter tido oportunidade de conversar com ele, após ter sido expulso do governo, e não conhece os projetos do PSD.

Mais uma vez Carlos Eduardo avalia sua administração na prefeitura de Natal e diz que não se sente culpado por ter tido a atual prefeita como sua vice. Ele diz que Micarla de Sousa foi indicada por um conjunto de partidos e não por escolha dele. Fato é que em três meses de administração percebeu que a forma de trabalhar não era compatível. Prova disso é a reprovação, indignação e frustração da população com sua atual gestão, diz Carlos Eduardo.

Já com relação aos erros que não pretende repetir, caso seja eleito em 2012, ele disse que não tem compromisso com erros, quando os comete se apressa em corrigi-los, que se agarra as coisas positivas, por isso não lembra ter errado e se compromete em reconduzir Natal à uma administração de êxito, por voltar mais experiente e amadurecido.

Quanto às especulações em torno do ingresso, do ex-prefeito, no PMDB, Carlos Eduardo disse ainda não ter motivos para ingressar no Partido. O ex-prefeito de Natal foi convidado para voltar ao PMDB, a convite de Henrique Alves (deputado federal) e Garibaldi Filho (ministro da Previdência), até mesmo para ser o candidato do partido nas eleições de 2012, mas mesmo com o assédio peemedebista, Carlos Eduardo nega a intenção de abandonar o PDT e assume que esperava o apoio da PMDB, mas que agora está descartado, até pelo fato do partido já ter lançado candidatura. 

Para o presidente estadual do PDT, um dos motivos para mudar de partido é a divergência política, o que não acontece, e atualmente o partido tem passado por uma reestruturação, vários parlamentares foram intimados a deixar o partido porque não acompanharam a legenda em 2010, além dos departamentos que foram criados e mantém a legenda viva. “Mudar de partido num golpe de oportunismo e fisiologismo, isso não combina comigo. Sou presidente de uma legenda que se mantém viva”.

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