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Fernandes Braga

domingo, 17 de março de 2013

Papa fala do perdão e da misericórdia na Oração do Ângelus


Cidade do Vaticano - O Papa Francisco presidiu hoje pela primeira vez Oração do Ângelus, perante milhares de pessoas na Praça de São Pedro e sublinhou a "misericórdia" de Deus evocando a passagem da imagem da Senhora de Fátima por Buenos Aires. "Deus nunca se cansa de nos perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir perdão", disse ele da sacada do apartamento pontifício, na Praça de São Pedro.
 
Papa Francisco: Deus nunca se cansa de nos perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir perdão
O Papa argentino recordou a passagem da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima por Buenos Aires, em 1992, e a conversa que teve com uma idosa ao final de uma missa dedicada aos doentes:

"Ao fim, veio a mim uma anciã, muito humilde, nos seus 80 anos. A vi e disse: mas você não tem pecados. Ela disse que todos temos pecados, e que o senhor perdoa a todos. 'Se o senhor não perdoasse tudo, o mundo não existiria', ela disse."

O perdão e a misericórdia foram o tema central da homilia que o papa tinha apresentado horas antes na missa dominical celebrada na paróquia de Sant'Ana, no Vaticano. "O rosto de Deus é o de um Pai misericordioso, que tem sempre paciência. Já pensaram na paciência de Deus, na paciência que tem com cada um de nós?", indagou o pontífice.

A intervenção papal, com várias passagens improvisadas, partiu do episódio relatado pelos Evangelhos sobre uma mulher adúltera que Jesus salva da morte. "Não ouvimos palavras de desprezo, de condenação, mas apenas palavras de amor, de misericórdia, que convidam à conversão", explicou.

Antes da Oração do Ângelus, ao se dirigir para a Igreja de Sant'Ana, o papa parou para cumprimentar os fiéis que estava numa rua lateral. O estilo informal do papa vai obrigar a guarda suíça a redobrar os planos de segurança do pontífice. Em 13 de maio de 1981, numa das aparições públicas, o popular papa João Paulo II foi alvejado quatro vezes pelo terrorista turco Mehmet Ali Agca. Detido e condenado à prisão perpétua, Agca recebeu anos depois a visita do papa, que o perdoou pelo atentado.

Com informações da Agência Ecclesia

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